sábado, 19 de junho de 2010

por acaso...

No outro dia conversava com alguém sobre a situação de no acto de confissão os padres não poderem denunciar nada do que seja "confessado"!

Conclusão: alguém comete um crime, sente-se mal com isso, precisa de falar do assunto, vai confessar-se, o padre nada pode fazer, mas o criminoso (hipoteticamente um homicida) sente-se mais aliviado!

Querem saber a minha opinião: Nada de aliviar a consciência, têm peso na consciência? declarem-se culpados e sejam punidos! Ou então, aprendam a viver com isso!

Agora, ah e tal, vou ali confessar-me, sinto-me melhor comigo próprio, mas nada de punição!

Até porque alguém que se sinta culpado a probabilidade de cometer falhas e ceder no interrogatório é superior!


Agora o engraçado, a ler Happy Womam deste mês cruzei-me com o seguinte texto:

"Fui infiel
Confessar uma traição SIM ou NÃO?

Se traímos o nosso parceiro, devemos ser honestos e confessar? Ou se foi o caso de uma noite, sem importância, o melhor é manter tudo em segredo, para não correr o risco de o perder?

Se foi apenas uma noite, ou se o caso terminou e o seu parceiro tem poucas probabilidades de descobrir, eu não aconselharia a confessar. Para quê? A pessoa que teve um caso extraconjugal costuma contar porque se sente culpada. Bem, tenho muita pena, mas se traiu, agora viva com a culpa! Contar tudo pode fazê-la sentir-se melhor, mas ele vai-se sentir destroçado. A confiança perde-se e muitas vezes a relação nunca mais é a mesma."

Agora cerejas, que acham desta resposta?

2 comentários:

kakkawo disse...

Acho que nem preciso de responder, mas para leitores menos atentos: NÃO SEJAM IDIOTAS!!!!!!!!!!!!!!!!! uma relação é feita com base na confiança, se houve uma traição, algo se passou, não pode ser escondido. Preferia saber e ficar destroçada, do que viver na "santa" ignorância.
Se calhar por isso é que também me revolto muitas vezes, porque prefiro saber os pontos maus todos, ao invés de fingir que não existem!

E viva a Happy Woman!

Black Panther disse...

tenho a dizer que realmente não sei se a senhora que dá a entrevista referida não terá um fundo de razão...